sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Um fim-de-semana no Reino Unido sem sair da Casa da Música
Texto:Luís Miguekl Qeirós
Fotos:Paulo Pimenta











Ver o trabalho completo no Jornal Público edição papel e online
http://www.publico.pt/multimedia/fotogaleria/abertura-do-ano-britanico-369260#/0

https://www.publico.pt/2017/01/20/culturaipsilon/noticia/um-fimdesemana-no-reino-unido-sem-sair-da-casa-da-musica-1758986

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

BECUH:a street art num "espaço mutante"
Texto de Andreia Cunha
Fotos:Paulo Pimenta






Ver o trabalho completo no P3 Jornal Público
http://p3.publico.pt/cultura/exposicoes/22623/becuh-street-art-num-quotespaco-mutantequot

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Exposição  Máscaras tentam mostrar a dor e o medo no rosto dos mortos
Texto: André Vieira
Fotos: Paulo Pimenta










Ver o trabalho completo no Jornal Público Ciência 26/27 edição papel e online
https://www.publico.pt/2017/01/17/ciencia/noticia/mascaras-centenarias-de-cadaveres-expostas-ao-publico-a-dor-e-o-medo-veemse-no-rosto-dos-mortos-1758521

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Fã, um espectáculo com música ao vivo dos Clã
Um fantasma brincalhão que se apaixona ao som de inéditos dos Clã
Com texto de Maria João Monteiro
Foto:Paulo Pimenta











Ver o trabalho completo no JornalPúblico em papel e online
http://www.publico.pt/multimedia/fotogaleria/peca-de-teatro-fa-368498#/0

https://www.publico.pt/2017/01/04/culturaipsilon/noticia/um-fantasma-brincalhao-que-se-apaixona-ao-som-de-ineditos-dos-cla-1756909

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

# Fotógrafo Convidado do Mês Janeiro : Alexandre Coelho #











Alexandre Coelho Lima, arquitecto pela FAUP, nasce no Porto em 1965 e vive em Guimarães. Em 1995 integra a sociedade Pitagoras Arquitectos, onde actualmente exerce a sua actividade. A fotografia é um passatempo recente e uma paixão antiga. Em 2012 regista-se no Instagram (@alexcoelholima) e aí começa a partilhar as suas fotos de forma regular. A fotografia tornou-se uma actividade quase obsessiva e que reflecte a sua personalidade e formação. Não privilegia nenhum tema mas talvez a fotografia de rua e a arquitectura sejam os mais recorrentes. A fotografia de rua caracteriza-se por expor poucos elementos, sendo a composição determinante, e a figura humana quase sempre solitária. Procura estabelecer uma relação entre a pessoa e o espaço, o edifício, o cenário... A fotografia de arquitectura não muito é abrangente, uma fachada, uma janela, um detalhe...as sombras que os edifícios ou partes deste criam. A cor não predomina sobre o preto branco. Este surge para enfatizar a forma e quando a cor reduz o impacto ou provoca “ruído”. O acto de fotografar, ao contrário do que parece ser, um processo reflectido, é instintivo e rápido...o registo imediato de tudo o que desperta o seu olhar !